quinta-feira, 17 de setembro de 2015

(XIII) ❝Games: RE: Alistair ++❞

Finalmente, depois de SÉCULOS tendo jogado pela primeira vez o jogo eu estou fazendo a review dele! Confesso que adiei durante muito tempo mesmo por questão de preguiça e principalmente porque eu estava querendo zerá-lo antes de qualquer coisa MAAAS... como às vezes as coisas não são do jeito que queremos eu infelizmente ainda não consegui terminar o jogo por completo ): Eu aproveitei hoje que tive alguns problemas com a faculdade para simplesmente relaxar e voltar a jogá-lo desde o início, por fim buscando pelo menos zerar uma das rotas, ainda não fui muito feliz (até o momento!) mas mesmo assim vou falar dessa Visual Novel MARAVILHOSA, curta, em inglês, super bacana de um grupo que eu descobri e que sou apaixonada.



Antes de tudo você pode fazer o download direto (em inglês) por aqui: http://linkshrink.net/7zPoOj
Conheça mais sobre a produtora no site oficial aqui: http://www.sakevisual.com/realistair/

A história é sobre uma garota chamada Rui que joga online um RPG, durante uma missão ela está quase matando um chefão quando outra pessoa dá o golpe final e rouba o item lendário! A pessoa em questão é um demônio chamado Alistair, determinada a reater seu item de volta ela chama ele para um combate mas então... A internet cai! Só que não foi somente ela que caiu, seu oponente também, é nesse momento que ela descobre que seu adversário estuda em sua escola.



Determinada a ter seu item de volta, ela faz uma aposta com Alistair, se ela descobrir que é ele em um mês ele irá devolver seu item. Agora Rui tem que descobrir quem é o seu adversário, entre suas opções há três garotos: Derek, o jogador de basquete bonito e popular; Shiro, seu colega tímido de classe ou Travis, o arrogante e nerd responsável pela sala de computadores.



Durante esse um mês você irá sair com os garotos e passar por diversas situações para conseguir descobrir quem é culpado e... quem sabe arranjar um namorado. Para isso é necessário investir em itens, roupas, e outros acessórios. É um jogo meio difícil de ganhar, mas as imagens são lindas e a música também (adorei a história do rpg <3 )

Recomendo se você gosta de Visual Novels, gosta de Otome Games e do mundo gamer em geral.


Não recomendo se você quer algo fácil e simples, o jogo é meio difícil de ganhar, mas vale a pena (:  

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

(XII) ❝Games: Li'l Red❞

Hey! Faz bastante tempo que eu não faço uma review de game, mas ultimamente tenho jogado bastante entre minha rotina apertada da faculdade, sendo assim, pode ser que eu atualize com mais frequência!

Você baixar o jogo pelo link: http://linkshrink.net/7ZXxfT

O jogo de hoje é uma Visual Novel Brasileira chamada Li’l Red que lembra muito a história da chapeuzinho vermelho, juntamente com outras lendas folclóricas. A história é curta e te dá somente duas opções, sendo as mesmas direcionadas para um único final, assim, não há a possibilidade de perder.



A arte é rústica, bonita, sombria e assustadora. Ela tem certo encantamento, e a trilha sonora te faz entrar ainda mais no clima da história. O enredo se baseia em uma sociedade em que aldeões convivem com criaturas que lembram muito lobisomens. Os dois sempre estão em guerra, porém possuem adoração pela mesma entidade, a Lua.
Uma garota é oferecida como a nova sacerdotisa do templo da Lua, mas para isso ela tem que atravessar a perigosa floresta, perdida, ela encontra um dos lobos, que ao invés de devorá-la, resolve ajuda-la, já que o mesmo se encontra em situação parecida: ele perdeu sua filha na mesma floresta.



A história utiliza de muitos fatores que já vimos na história tradicional da Chapéuzinho, e é um pouco mais “sinistra” do que o convencional, mas nada de realmente assustador que te impeça de jogar. O bacana é que está todo em português, foi produzido aqui mesmo e é fantástica!

Não vai demorar mais do que 15 minutos para você finalizar, e eu garanto que não irá se arrepender. Tem um contexto fofo, uma artwork deliciosa e toda a ambientação é encantadora.

Recomendo se você gosta de Visual Novels, aprecia histórias curtas e contos de fadas.


Não recomendo se você quer algo mais longo com finais múltiplos e diversas escolhas. 

domingo, 28 de junho de 2015

(XI) ❝Eu morri❞

Morrer é difícil. Não digo da parte de se jogar da ponte ou dar um tiro na própria cabeça, não, isso é fácil. Eu digo, morrer por dentro é difícil. Eu sempre fui muito falsa sobre quem eu sou realmente. Você sabe disso, não é? Eu sei. Eu sempre quis passar a imagem confiante e forte, a garota que você nunca vai achar igual: independente, determinada, sem dramas, aquela que aceita tudo e dá risada junto. “Olhem para a minha garota, vocês nunca vão ter uma igual”.

E por dentro morta.

Não é tudo mentira, sabe? Eu realmente tenho algo dentro de mim que inspira coragem, eu me acho incrível, minha confiança me move a lugares que nunca vi, a sonhos longos e doces, e me traz a realidades duras de maneiras positivas.

Tinha que ser assim.
Há um motivo por trás.
Vai ficar tudo bem.

Eu sempre fui o melhor que pude. Eu sempre tirei o meu para fazer o seu. Ser exemplar, doce, divertida, inteligente, admirável. Aquela que te surpreende porquê...

Não há nenhuma garota igual.

Venho me questionando isso há um tempo. Por que não há nenhuma outra garota igual?

Agora eu sei.



Porque não existe ninguém assim. Não vou mentir, me faz feliz te fazer feliz. Enche meu coração, há uma ternura muito longe do que qualquer outra coisa, eu me sinto recompensada, orgulhosa de mim mesma, saber que eu pude dar tudo de mim para fazer alguém feliz e... CONSEGUI! Mas, se eu tiro do meu para fazer você feliz...

Então quem vai me fazer feliz?

Eu descobri que não há ninguém. Porque ninguém nesse mundo faria o que eu faço, ninguém nesse mundo daria o que eu dou, ninguém morreria por mim, como eu morro por você.

Não há ninguém.

Então a solidão bate como uma velha amiga. Mas eu percebo que ela está do lado de dentro da minha concha.

Ela nunca saiu daqui.

Eu fechei os olhos por tantos dias, tantas vezes, dizendo a mim mesma que eu posso... eu... só preciso ser paciente, porque um dia, alguém vai vir e me preencher por completo, me dar o mundo que eu sempre imaginei e mais! Só que...

Nunca... veio.

De ninguém.

Então, como eu fico agora? Em que estou morrendo por dentro? Em que percebo que foi tudo em vão? Em que eu tenho que silenciar essa parte minha para tentar ainda ser mais feliz... mundanamente feliz.

Eu nunca me senti parte desse mundo. Eu sempre pensei que uma hora eu encontraria o verdadeiro motivo de eu estar aqui, eu sempre pensei que havia algo maior, meu Deus, eu ainda penso. Porque, se não haver, o que sobre para mim?



Eu estou me afogando.

Está frio.

Eu estou no fundo do poço, mas ainda de pé.

Até quando vou me aguentar? Até quando meus joelhos terão forças?

Eu sou incrivelmente incompleta.

E a única pessoa que conheço que pode preencher esse vazio sou eu mesma. Mas eu não posso fazer isso porque estou ocupada demais preenchendo o vazio das outras pessoas.

Suas promessas não significam nada. Elas não me tocam mais.


Estou morrendo. 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

(X) ❝Games: Yo-Jin-Bo❞

Faz um tempo que eu não faço nenhum review sobre joguinhos. O último foi ano passado, mas eu não parei de jogar, nem pensar! Na verdade eu ando jogando mais do que nunca, principalmente RPG makers e VN estilo harém invertido (otome games), o que me falta é paciência de escrever/editar mesmo (sou uma vergonha).

Há uns tempos atrás eu estava procurando Otome Games que estivessem em inglês e achei o torrent de Yo-Jin-Bo, um jogo que segue a mesma premissa de todos, você é uma garota com um harém de belos homens e dependendo de suas escolhas você vai acabar com um deles. Eu joguei a versão de PC mas soube que tem uma versão de PS2 com outros Ends habilitados.

Você pode fazer o download aqui: http://linkshrink.net/7Sit4n



Eu não achei o desenho dos rapazes muito bonito do início, mas as CG’s são absolutamente maravilhosas! A história é super divertida além de contar com milhares de referências contemporâneas, com piadas, menções a jogos e animes como Sailor Moon e Pokémon. De coração, é um ótimo jogo! Encontrei algumas dificuldades em obter alguns End’s, isso porque QUALQUER decisão incorreta pode acarretar em um GAME OVER e não tem como como resolver se não voltar naquela DECISÃO EXATA, por isso minha dica é salvar cada capítulo, para que você possa voltar tudo sem problemas se errar.



Sobre a história: O enredo gira em torno de uma garota que está em uma excursão escolar e acaba descobrindo um colar misterioso em umas ruínas. Durante a noite o espírito de uma princesa de tempos antigos aparece para ela e pede sua ajuda. Você é transportada para o corpo da princesa e começa a viver no corpo dela e tomar as decisões que vão ou não resultar na sua morte. Acompanhando você está seu guarda-costas, mais tarde um outro grupo de jovens se junta a vocês para tentar salvar a vida da Princesa enquanto ela é perseguida.
O jogo te dá a possibilidade de Good Ends com os couples, Ends normais (você acaba viva mas sem o crush) e o Bad End, que é quando você morre e termina com um grande GAME OVER.



A possibilidade de GAME OVER é bem alta, então a tomada de decisões é MUITO importante e deve ser feita com cuidado. Ah! Outra coisa, há um tempo para a tomada de decisões, ou seja, você não pode ficar pensando muito, tem logo que decidir o que quer.
O jogo está disponível em inglês, a trilha sonora é sensacional! As artes são maravilhosas e são muitas CG’s para desbloquear, muitas mesmo! Cada capítulo deve contar com pelo menos duas, em algumas podem até ter cinco!

Recomendo se você gosta de VN estilo Harém Invertido, com uma protagonista feminina, gosta de história, visual e sons, além de uma história longa.


Não recomendo se você quer algo rápido, não tem paciência para voltar em suas decisões e buscar a route correta, gosta de puzzles (não tem nenhum do tipo), não gosta da ambientação histórica/medieval. 

sábado, 18 de abril de 2015

(IX) ❝When I fall in pieces❞

Faz meses que eu não escrevo absolutamente nada aqui. Por muitas vezes escrevi em meu diário “Isso é coisa para o blog!” e permaneci adiando as postagens. Por que? Eu não sei. Eu criei o blog para abrir meu coração e colocar qualquer coisa que quisesse, reviews, gameplays, tudo que eu quisesse compartilhar com o mundo mesmo que nunca divulgasse. Se chama enganar a si mesma. Nos últimos meses eu fui transportada para um mundo melhor. Um lugar onde não há vazio ou tristeza, preenchida por amor, carinho, atenção, me tornei alguém melhor. Eu quis ser alguém melhor.
E estou mais uma vez ruindo.



Lembra daquele prazo de validade que você sempre comenta? Seis meses até tudo que há de bom em você se transformar. Acho que é meu prazo para enjoar de algo, não que eu tenha enjoado (não é isso), estou apenas... cansada? Não sei. Sou feita da vontade constante e de recompensas. E eu adoro, amo, dar o melhor de mim para os outros, ser a melhor que posso, alguém que você nunca vai encontrar. Sabe por quê? Porque essa pessoa não existe.
Aquela que cede tudo.
O poço de amor sem fim.
A que sempre te coloca em primeiro lugar.
A que vai tirar do seu para lhe dar.
Aquela que finge que não vê, ignora, compreende.
Mas esse disfarce meu é só uma ferramenta, um alguém que não existe.

“Cool Girl”

Esse personagem pode viver para sempre com os estímulos certos, se você for aquele que à alimenta, que dá vontade para as cordas continuarem a guiar, mas caso você não for, caso você não dê o suficiente... Ela quebra, cai em pedaços.
Isso não e desabafo. Não vou pontuar o que me mata. Vou pontuar a dor, essa dor aguda que abre meu peito, que me faz dormir em lágrimas, acordar tranquila, mas que volta a me assombrar como um lembrete.

“Você lembra?”

Eu sei que lembra.



Então eu me envergonho, pergunto o por quê se acho que estou certa... sabe, dói tanto? Quero voltar correndo: “Me ame, me proteja, me perdoe, fique ao meu lado!”, mas eu não consigo, eu não posso. Não é orgulho, é... medo. Medo de oferecer um lado amável que aqui não existe. Não é arrependimento, é apenas... desespero, não quero ficar sozinha.
Não posso ficar sozinha.
E as artimanhas que eu possuo brincam comigo: Vá e faça o que deve ser feito.

Garotas como você,
Garotas como eu
Nunca estão sozinhas.

Mas eu não quero qualquer um ao meu lado.
Acho.


E aquele silêncio estranho permanece. Espero ansiosa que o celular toque, que o fone apite mas... Não vem nada. Não mais. Algo se perdeu. Fui eu? 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

(VIII) ❝Eu estava só, sozinho❞

Faz quanto tempo que eu não escrevo aqui? Tempo suficiente para eu dissertar sobre isso as duas e meia da manhã de uma quarta-feira, quarta que tenho que apresentar aquele trabalho que talvez vá ou não me dar a aprovação pro inferno de matéria que me mata. Ah, geração de base de dados.
Acabei de abrir o arquivo da última coisa que escrevi, li, coloquei a mesma música da outra vez, Telegrama, e to aqui escrevendo.

Eu tava triste, tristinho.

Mais solitário que um paulistano...

Muita coisa aconteceu nesse meio tempo, muita coisa que eu gostaria de registrar aqui, mas para isso eu tenho meu outro diário, aquele lá que eu levo para as aulas, que está até gordinho com as cartas e presentes que recebi no último mês, presentes que recebi da mesma pessoa, a única pessoa que me curou daquele mal, uma pessoa tão possível e ao mesmo tempo tão distante...
Sou complicada, estou morrendo de medo, cheia de dúvidas, mas não consigo mais recuar, não quero recuar, o que é esse medo de machucar os outros? Por que eu sempre tenho que ser assim?

Lembra lá, quando você prometeu dar um tempo?

Onde foi que as coisas deixaram de ser tão claras, por quê caralhos eu tenho que sempre correr para o primeiro abraço aconchegante que eu encontro? Hey, ainda nem amanheceu...

Mas ainda assim eu tenho esse meu coração louco, maluco, doido mesmo, sendo disparado, arrancado do peito, aquele beijo. Aquele beijo que me fez tremer, me fez temer, me fez enfiar meu rosto nas mãos, pernas bambas.

O que estou fazendo? O que estou fazendo? O que estou fazendo?

Lembra da época em que você disse que não se abalaria mais assim, que havia crescido, que era outra, que havia mudado?

Então por quê esse coração frouxo? Por que essa respiração pesada?


Até amanhã, amo você.


Originalmente escrito em 26 de novembro e não publicado antes por esquecimento, kek.